O bicho-mineiro-do-cafeeiro é a principal praga do cafeeiro arábico no Brasil. Trata-se de uma mariposa prateada, com cerca de 6,5 mm de envergadura, cujo ciclo de vida é completo: ovo, lagarta, crisálida e adulto. Suas lagartas atacam exclusivamente o cafeeiro, minando as folhas e podendo causar intensa desfolha, o que compromete a produção, especialmente em lavouras jovens e em regiões de clima quente e com baixa disponibilidade de água. Os períodos de veranico entre janeiro e março exigem maior atenção dos produtores. Em regiões de clima mais ameno, como o Sul de Minas, as infestações costumam ser baixas e, em geral, não demandam controle químico, embora ataques sejam mais comuns em lavouras novas. Já em áreas mais quentes, como o Cerrado, o ciclo do inseto é mais curto, permitindo maior número de gerações ao longo do ano e aumentando o potencial de infestação. Normalmente, o pico populacional ocorre no período seco, quando o controle tende a ser mais simples. A atenção com o bicho-mineiro é um entre alguns fatores que podem contribuir para uma boa produtividade dos cafezais. O pesquisador Rogério Antônio Silva conduziu, pela Epamig, um estudo que avalia esse tipo de situação e compartilhou alguns dos resultados observados.
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