Em meio a debates sobre uma possível retração no consumo de feijão no Brasil, o setor produtivo acompanha com atenção os desdobramentos do mercado, mas especialistas avaliam que, no curto prazo, não há impacto direto sobre a comercialização em fevereiro e março. A análise é de que eventuais ajustes na demanda podem ser absorvidos por estoques, exportações ou redirecionamentos de mercado, sem pressão imediata sobre os preços ao produtor. Ao mesmo tempo, entidades do setor intensificam ações para ampliar informações estratégicas, fortalecer a posição do produtor nas negociações e destacar o potencial do feijão como alternativa rentável. Marcelo Lüders, presidente do Instituto Brasileiro do Feijão, IBRAFE, ressalta que esse movimento é possível diante das incertezas nas commodities tradicionais e das indefinições em torno da segunda safra.
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