Reuniões realizadas entre 6 e 10 de outubro de 2025 por entidades ligadas ao agronegócio discutiram os impactos negativos da política de piso mínimo de fretes no Brasil. Segundo os participantes, a metodologia adotada desde 2018 é considerada desatualizada e não reflete a realidade do transporte, o que gera custos elevados e pressão inflacionária, especialmente nos setores agrícola e de proteína animal.
A preocupação aumentou com a fiscalização eletrônica iniciada em outubro de 2025, que cruza dados automaticamente e pode ampliar o número de multas e autuações. Além disso, há insegurança jurídica porque a constitucionalidade da tabela de fretes ainda não foi julgada pelo STF. Diante disso, as entidades propuseram, em carta à Frente Parlamentar da Agropecuária, ações políticas, jurídicas e técnicas para revisar a metodologia da tabela e buscar uma solução mais alinhada ao mercado, defendendo um sistema de livre formação de preços baseado na oferta e demanda.
Diante dessas demandas, muitos se perguntam: é justo, em um país do tamanho do Brasil, ter um valor fixo para os fretes? Thiago Péra, professor da Esalq/USP, faz uma reflexão sobre o assunto em conversa com o jornalista Estêvão Damázio da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).
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