Análise de Mercado

Vazio de oferta pode mudar os rumos do feijão; trigo e arroz com disponibilidade limitada

O Trigo vai encarecer? Entenda o impacto da quebra de safra na Europa e EUA

O mercado mundial de trigo acendeu o sinal de alerta após o último relatório do USDA. Com a colheita avançando no Hemisfério Norte, os números confirmam o que muitos já temiam: uma nova redução na safra mundial, agora projetada em pouco mais de 819 milhões de toneladas.

Enquanto a produção cai, o consumo global continua subindo, o que resultou em um corte severo nos estoques mundiais.

Aqui no Brasil, o cenário também é de cautela. O USDA revisou para baixo a nossa produtividade e, com o dólar insistindo na casa dos 5 reais e 20 centavos, o trigo importado deve chegar ainda mais caro. Vlamir Brandalizze avalia como esse quadro de oferta apertada influencia os moinhos brasileiros e o que esperar para a comercialização nas próximas semanas.

 

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O novo relatório do USDA confirmou o que os especialistas já observavam: após uma safra recorde no ano passado, o mundo agora produz menos arroz, Com o consumo mundial superando a produção, o resultado é um só: estoques mais baixos e preços firmes. Aqui no Brasil, há uma ‘queda de braço’ entre o varejo e as indústrias. O cenário para o próximo plantio traz preocupações. No Paraguai e no Sul do Brasil, a redução da área plantada e dificuldades financeiras dos produtores podem limitar ainda mais a oferta futura. Vlamir Brandalizze comenta os detalhes dessa movimentação e como o mercado está se posicionando para este mês de agosto.

 

Alerta no Campo: Vazio de oferta pode mudar o rumo dos preços do feijão

Com a colheita do feijão avançando em várias regiões, o cenário atual é de intensa negociação. De um lado, o comprador pressiona por preços menores; do outro, o produtor começa a resistir, afirmando que valores abaixo de 250 reais para o carioca nobre já não cobrem os custos.

Por outro lado, especialistas alertam que estamos próximos de um ‘vazio de oferta’. Com o fim das colheitas em algumas praças, o volume disponível deve cair drasticamente nas próximas semanas, o que pode dar um novo fôlego às cotações.

Vlamir Brandalizze detalha os preços nominais e o que esperar para o feijão carioca e preto.

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