Dados recentes indicam que usuários de canetas emagrecedoras reduziram o consumo calórico entre 20% e 25%, impactando negativamente as vendas de alimentos por impulso. Em contrapartida, houve forte crescimento dos lácteos proteicos, antes mais associados ao público esportivo, com algumas linhas registrando alta de até 40%. Produtos com apelo de proteína, como iogurtes e shakes, passaram a ser vistos como aliados na manutenção da massa muscular e prevenção da flacidez após o emagrecimento.
Relatórios da Scanntech no início de 2025 apontaram crescimento superior a 20% em volume para categorias com o atributo “proteína”, enquanto itens como whey protein avançaram mais de 100%. O movimento confirma a projeção do Itaú BBA sobre a chamada “economia do Ozempic”, que redireciona gastos de produtos supérfluos para nutrição funcional. Com a possível quebra de patentes da semaglutida no Brasil, prevista para março, a tendência é de maior acesso aos medicamentos, que já movimentaram cerca de R$ 10 bilhões no varejo farmacêutico em 2025, impulsionados por forte alta nas importações.
Mas o que isso significa para o setor lácteo?
Rafael Mendonça nos conta, direto da redação.
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