O mercado de feijão encerrou a terceira semana de maio sob o impacto severo das geadas no Paraná, que podem ter dizimado mais de 50% da produção esperada de feijão preto, forçando o Brasil a recorrer às importações da Argentina. Enquanto isso, o feijão carioca acumula uma valorização de até 40% em 30 dias, pressionando a gôndola dos supermercados e estimulando uma corrida por sementes para o plantio irrigado. Entre gargalos logísticos no Porto de Paranaguá e o monitoramento das monções na Índia, Marcelo Lüders, presidente do IBRAFE, comenta que o mercado tenta equilibrar a alta de preços com a necessária tranquilidade que só deve chegar com a entrada da nova safra no fim de junho.
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