O mercado de milho vive um cenário de preços mistos e a cautela dos produtores brasileiros nesta terceira semana de julho.
Enquanto a exportação ganha ritmo e o mercado observa a melhora climática no meio-oeste americano, novos levantamentos indicam um recuo de 1,3% na área da safra de verão 26/27 no Centro-Sul.
Com custos de produção elevados e o avanço da soja em operações de barter, o setor se prepara para mudanças na produtividade e na intenção de plantio. O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, comenta os detalhes das cotações nas principais praças e as projeções para a próxima temporada.
O milho na Bolsa de Chicago encerrou a primeira quinzena de julho de forma positiva, impulsionado pelas incertezas climáticas no Meio-Oeste americano durante a fase crítica de polinização. Além do fator agrometeorológico, a piora das lavouras na França e a valorização do petróleo deram sustentação aos preços, favorecendo a demanda por biocombustíveis. No campo técnico, Joãozinho Grafista comenta que o mercado testa resistências importantes e ensaia um pivô de alta, mas o alerta de sobrecompra sugere cautela para possíveis realizações de lucro.
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