O mercado brasileiro de milho encerrou a 2ª semana de julho com movimentações travadas e preços sustentados, refletindo um cenário de cautela entre produtores e consumidores. Sob a influência direta da volatilidade na Bolsa de Chicago, motivada pelas condições climáticas nos Estados Unidos, e o ritmo ainda lento da colheita da 2ª safra no Brasil devido à alta umidade, o setor observa de perto as variações regionais e o impacto do câmbio nas exportações. O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, detalha esse panorama e as perspectivas para os próximos dias envolvendo o cereal.
As atenções do agronegócio global voltam para o cinturão produtor dos Estados Unidos, onde uma onda de calor extremo, com temperaturas que podem atingir os 43 graus Celsius, coloca em risco o potencial produtivo das lavouras de milho em plena fase de polinização. Somado ao alerta climático, o novo relatório de oferta e demanda do USDA trouxe números que agitaram a Bolsa de Chicago, indicando uma redução na safra mundial e impulsionando as cotações. Joãozinho Grafista explica como esses fatores e as médias móveis do mercado financeiro definem o futuro dos preços do milho.
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