Com o avanço da colheita da segunda safra, o mercado de milho fecha a semana apresentando recuo nas cotações em importantes praças brasileiras, com destaque para a queda registrada no Triângulo Mineiro. Enquanto o dólar alto evita baixas mais expressivas, os produtores mantêm cautela nas negociações, de olho no clima e no relatório estratégico de área plantada que será divulgado pelos Estados Unidos. O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, detalha os preços, os dados de monitoramento da Conab e as perspectivas para o cereal com a chegada do mês de julho. A Bolsa de Chicago passa os últimos dias de junho em um movimento de ajuste para o milho, após testar as mínimas dos últimos nove meses e esboçar uma reação técnica importante. Enquanto o mercado aguarda com ansiedade o novo relatório de área plantada do USDA para o dia 30, o cenário climático nos Estados Unidos e a revisão para cima da safra brasileira adicionam novos elementos à volatilidade das cotações. Joãozinho Grafista faz um balanço das projeções e indica um possível pivô de alta se as resistências-chave forem rompidas.
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