Análise de Mercado mercado agricola

Milho bate R$81 na B3, Feijão a R$325 e Trigo em valorização

MERCADO AGRÍCOLA

B3 supera os R$ 81: O que esperar do mercado de milho para 2027?

Da valorização em Chicago ao otimismo na B3: o milho está em alta. O cenário de incerteza climática nos Estados Unidos reduziu a oferta global e abriu portas para o milho brasileiro, que já ultrapassa a marca de 3 milhões de toneladas embarcadas. Com o mercado comprador aquecido nos portos e preços variando entre 71 e 74 reais, o produtor precisa estar atento às janelas de negociação. Vlamir Brandalizze traz os detalhes sobre a colheita, o plantio de verão e as projeções para 2027.

 

Fôlego positivo: Por que o preço do trigo deve subir mesmo após a colheita?

O mercado global de trigo está em plena ascensão e os reflexos já chegam com força ao Brasil. Com o acirramento do conflito no Leste Europeu e as dificuldades logísticas da Rússia em escoar sua produção, as cotações em Chicago miram o patamar dos 7 dólares. Para o moinho brasileiro, o custo da importação já supera os 1.900 reais por tonelada, abrindo um cenário de valorização para o nosso trigo nacional. Vlamir Brandalizze explica como essa pressão externa impacta os preços de balcão no Sul do país e o que esperar da colheita que começa agora.

 

Mercado do Arroz: saca chega a R$ 82 com varejo acelerando as reposições

Arroz valorizado e varejo em busca de mercadoria. Esse é o cenário no mercado gaúcho, onde os preços já oscilam entre 75 e 82 reais nesta semana. A pressão positiva vem das gôndolas, com um bom ritmo de negócios nas capitais e o mercado de fardos em alta. Vlamir Brandalizze traz o panorama completo: dos preços pagos ao produtor no Sul até as variações encontradas pelo consumidor final, que chegam a patamares elevados nas marcas nobres.

 

Feijão Carioca Nobre a R$ 325: Produtor aguarda novas altas para voltar às vendas

A baixa do feijão ficou para trás. Em uma semana de forte valorização, o grão carioca reagiu e puxou os indicativos para cima, refletindo a retenção no campo e a necessidade de reposição do varejo. Enquanto o feijão comercial busca romper a barreira dos 300 reais, o mercado de feijão preto segue firme, variando até 225 reais por saca. Vlamir Brandalizze traz os números atualizados do balcão e as projeções para as marcas comerciais e nobres no varejo brasileiro.

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